A ternura que me cega
Encontra a beleza que me apaixona
Talvez....
Só enquanto as folhas caiem
Saberei se estou certo
Memórias que me sufocam
Palavras que me faltam
Borboletas já não voam mais
E de que tudo isso adianta
Se o meio é insignificante
E o que importa é sempre o final?
Vá, não me procure, não me olhe
Vá.... Apenas me escute
Sombreado, o futuro está
E assim será para todo o sempre
Me enforcarei em desespero
Mas as ondas me acharam no fim da praia
E esse... é o fim
Se é ele que importa
Então estou no caminho certo
Talvez....
E o que eu quero, será que é mesmo importante?
Egoísmo na escolha
Sofrimento na ação
Independente da forma
Seguirei minha intuição
É ela quem me guia e me ilumina
O fogo se apagou
Tudo não passa de textos mal acabados
Serei eternamente eu
O eu que se foi, mas existiu
E assim... serei lembrado
sábado, 6 de fevereiro de 2010
A alegria entristece
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Marcelo Knakiewicz
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20:32
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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
No More Breaks!
Se a tendência de menosprezar tivesse sido esquecida, estaríamos todos em um paraíso tropical!
E se o tropical fosse efémero?!
Esqueça, esqueça e esqueça!
Sai dia, entra dia, sai mulher entra moça
O que eu falo enquanto a banda toca
E a banda toca enquanto transponíveis acordes
Mesclam com o ser interior
Interiorizando o meio em que está
Será ele o meio em que foi formado?
Ou a forma em que se finalizou o meio constituinte?
Não sei o que se passa
Alcool, drogas e rock'n'roll
Que vida blasfémia
Ou é isso que me inspira?
Sem mais delongas, finalizo com a impertinente frase!
"Sorria sempre enquanto a vida pode ser saudável! Enquanto você sabe o que é ser saudável!"
Keep Singing!
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Marcelo Knakiewicz
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23:57
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terça-feira, 22 de setembro de 2009
Once When I Was Little
A infância da beleza
É o sonho que vivemos
O sonho da infância
Esvai com o fim do dia
Os sonhos que eu tive,
Os sonhos que eu tenho
Onde estão todos?
Cresci?
Terra redonda,
Lego, areia, esconde-esconde
Imaginação da realidade?
Ou realidade da imaginação?
Infância
Beleza
Ternura
Medo
Chorar por birra?
Ou a birra de não querer crescer?
Meu carrinho de lego
Sempre com todas as peças
Beleza? cadê você minha amada?
Beleza da natureza na corrida
Sujeira da correria do dia a dia
Cadê o meu hot-wheels?
Ternura do sorriso espontâneo
A espontaneidade do fim do dia
O sorriso meigo que era exposto
Some do seu rosto
Medo.....
Se vai ternura
Falta fartura
Alegria se espanta
Desaparece minha afronta
Cresci.....
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Marcelo Knakiewicz
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14:19
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segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Eternamente Finito
E se todos os sentimentos que existem sumissem?
Seria ai o fim da eternidade?
Mas e o astronauta, que nada e exalta no espaço?
Queria ser o queijo que me apetece!
Pare.... Seja a hora que for embora!
Vá.... Embora não volte para amar!
Sentirei o ar soprar, voar e atacar!
Mas e agora? Posso sonhar?
Não quero que vá, nem quero que fique!
Mentira..... Não sei o que posso ser!
Serei a amostra do infinito?
Ou serei o finito se mostrando?
Que mal há em existir?
Mesmo sendo impossível não existir!
Extinguirei o bem,
Para que assim não exista o mal!
Ficará aquela mágoa
Seja o meu quintal a lagoa!
Quero ser, quero ver... não quero querer!
Mesmo se a música parar
A dança continuar
E tudo voltar
Quero voar
A gaivota volta para a toca
Onde o vento sopra lento o alento que eu aguento
Sem mais o que não querer
Volto para ficar
Onde nenhum ar
Existirá
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Marcelo Knakiewicz
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14:09
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sábado, 2 de maio de 2009
Talento. Ele existe!
Ultimamente tenho assistindo muito o programa europeu Britains Got Talent, e indico para todos! São com espetáculos como os vistos lá que me pergunto se um novo Pavarotti nunca me vendeu um celular (http://www.youtube.com/watch?v=egYaIL6hJBQ)! Aposto que todos os leitores já devem ter sentido sensações de que nasceram para tal posição, porém nem todos dão a devida atenção a esses sentimentos! Sintam a freqüência que vós perseguis, talvez seja ela a nave que devem embarca!
Em um mundo gigante que vivemos podemos dividir ele inteiro em microuniversos, cada microuniverso tem suas constelações, estrelas, cometas, buracos negros, planeta..... É tão grande a diversidade que às vezes nos perdemos entre passos de danças e canções de ninar (http://www.youtube.com/watch?v=MPcGy77Gru8)!
Lembra aquela infância de brincadeiras, onde rebaixar um colega fazia outros rirem?! (http://www.youtube.com/watch?v=9K2EA8SWhh8)! Talvez fosse você o motivo de outra super nova! Mas é em mundos assim que vivemos, arrependimentos fazem parte do dia a dia, e a questão é sempre saber se perdoar e perdoá-los, assim há chance de se criar uma faísca para controlar uma nova explosão!
E se de arrependimentos vivemos, deveria existir sempre um cano de escape para vossas almas! Alguns gritam, outros dormem, a maioria chora e outros simplesmente cantam, e fazem dessa canção uma vida inteira, uma vida inteira dedicada a uma simples voz, e talvez as escolhas possam fazer você perder uma oportunidade gigante, mas não é sempre assim (http://www.youtube.com/watch?v=VYDM3MIzEHo)! E ai surge à questão, e as minhas escolhas, foram elas as certas?
Até escolhas de idéias, pensamentos, sempre me pego denegrindo, mentalmente, a imagem de uma pessoa simplesmente por sua aparência, e ai me vejo escolhendo errado, e muitas dessas vezes eu me surpreendo (http://www.youtube.com/watch?v=xRbYtxHayXo) e fico quase sempre de queixo caído.
Se for você o Pavarotti que se esconde entre nimbos, deixa o céu clarear, guie sua mente, sinta a sensação de existir como ninguém existe, deixe a alma que tenta se manifestar te controlar. Faça o espetáculo que é a vida, se transformar em uma gigantesca forma de se alimentar, e que abaixo do seu palco todos possam olhar para você e dizer, você sempre será único!
Nossa vida, comparada com a imensidão que nos cerca, é simples! Aproveite suas oportunidades, siga seus instintos, clareie sua alma, diversifique e tenha sempre uma bengala para se apoiar, pois é com esses apoios que você se transformará!
Keep singing!
Grafado por
Marcelo Knakiewicz
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20:45
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