sábado, 6 de fevereiro de 2010

A alegria entristece

A ternura que me cega
Encontra a beleza que me apaixona
Talvez....

Só enquanto as folhas caiem
Saberei se estou certo

Memórias que me sufocam
Palavras que me faltam
Borboletas já não voam mais

E de que tudo isso adianta
Se o meio é insignificante
E o que importa é sempre o final?

Vá, não me procure, não me olhe
Vá.... Apenas me escute

Sombreado, o futuro está
E assim será para todo o sempre

Me enforcarei em desespero
Mas as ondas me acharam no fim da praia
E esse... é o fim
Se é ele que importa
Então estou no caminho certo

Talvez....

E o que eu quero, será que é mesmo importante?
Egoísmo na escolha
Sofrimento na ação

Independente da forma
Seguirei minha intuição
É ela quem me guia e me ilumina

O fogo se apagou
Tudo não passa de textos mal acabados

Serei eternamente eu
O eu que se foi, mas existiu

E assim... serei lembrado

3 comentários:

edna knaka disse...

As vezes nossas duvidas procuram por respostas que não existem, pois muitas vezes so existem as escolhas e estas não tem certo ou errado,so tem a intuição para nos orientar e esta é a nossa unica opção. Mas apos fazermos a escolha so existe um caminho, seguir em
frente e não olhar para tras, porque so assim poderemos saber se foi uma boa escolha e mesmo que não tenha sido, lembre-se sempre: o que tiver que ser será!!!

edna knaka disse...
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Divague disse...
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